quarta-feira, 18 de junho de 2014

Motivação é uma atitude
Unknown08:57:00

As pessoas ficam motivadas porque têm sucesso ou têm sucesso porque ficam motivadas?




Os grandes realizadores afirmam que é preciso motivação para alcançar suas metas. E os especialistas ensinam que uma meta alcançada não motiva mais. Então, para preservar suas conquistas permanecer motivado é tão importante quanto se motivar, não é verdade? 

A questão é – como conseguir isto?



Uma alternativa é empregar a coqueluche do momento no gerenciamento de carreiras – a competência essencial. Que é, basicamente, encaminhar a pessoa para profissões identificadas com suas habilidades natas, de tal maneira que ela tenha a tendência de ser mais feliz e apresentar melhor performance que a média. Por exemplo, a capacidade de observação inerente aos grandes negociadores, o saber ouvir dos melhores vendedores, a visão dos empreendedores de sucesso, o carisma dos líderes, o sorriso, a flexibilidade, a empatia, a ginga, o drible, a sonoridade, o intelecto, a oratória, o senso de humor, etc... Ou seja, habilidades que podem ser desenvolvidas, mas que são naturais a algumas pessoas. Que, se construírem suas carreiras baseados nelas, terão melhores condições para desenvolver seus talentos e colher os frutos – progresso, prazer e dinheiro. Estas pessoas são remuneradas para fazer o que fariam até de graça, de bom grado. Logo, é natural serem automotivadas.


Outra possibilidade para ter na motivação uma aliada rumo ao sucesso, é ir na direção dos seus sonhos mais acalentados. Trabalhar para se aproximar daquilo que você quer conquistar, alegria, prazer, segurança, fortuna, poder ou seja lá o que for. Foi o que fez Bill Gates quando folheava tranqüilamente a revista Popular Mechanics, e se deparou com o anúncio de um kit para montar um computador pessoal. Heureca! Tá aqui o futuro da informática, concluiu com a sua mente de nerd, brilhante. Não demorou para comunicar sua mãe de que nos próximos seis meses estaria incomunicável, desenvolvendo um software que venderia para a IBM. O nome desse programa de computador é MS-DOS e o resto é história. 

Talvez ainda mais comum seja a situação oposta, em que o sucesso pode significar se afastar da dor, representada por problemas, prejuízos e perdas. Ou como ensina a sabedoria popular... quando o negócio aperta o sapo pula. Isso foi o que aconteceu com Anthony Robbins, que era um ex-vendedor de aspiradores de pó e líder de seminários de programas de saúde, que havia sentido o gosto do sucesso financeiro e o deixara escapar. A realidade de morar em um apartamento de 36 metros quadrados lavando pratos na banheira, disparou nele o impulso que o levou a mudar esta situação e tornar-se um consultor motivacional e escritor de sucesso.

O que vimos acima são estratégias motivacionais que as pessoas utilizam mesmo sem saber, na maioria das vezes. E há outras igualmente úteis, para a comunicação, o planejamento, a condução de equipes, a automotivação, etc... 

Outra maneira de considerar a motivação é o conhecimento a respeito do próprio estilo de trabalho, a fim de adaptá-los às suas forças. Por exemplo, há pessoas que fazem acontecer, enquanto outras esperam pelos outros. Há quem faça questão de enxergar todo o projeto em que está envolvido. E quando recebem uma tarefa podem ficar desmotivadas se não lhes for explicado onde a sua parte se encaixa no todo. Enquanto que para outras isto é pura perda de tempo. Há quem prefira decidir tudo sozinho, com o mínimo de influência externa, enquanto outras precisam de aprovação e orientação. Há quem note as diferenças, goste de mudanças e tudo o que é novo, enquanto outras preferem o oposto. Algumas sentem-se bem trabalhando próximo, outras quando dividem responsabilidades e há quem tenha êxito trabalhando por conta própria.


Estratégias deste tipo podem ajudar em coisas simples como você ser pontual em seus compromissos. E mais complexas, como alguém que não está feliz no trabalho e precisa fazê-lo durante vários anos mais. Porque quer gozar a segurança de funcionário concursado e garantir a respectiva aposentadoria, por exemplo. Ou o universitário que no meio do curso descobre que não é o que deseja para a sua vida. E o líder que precisa conduzir as equipes rumo ao topo, todos os meses, chova ou faça sol. 

O fato é que, para obter resultados positivos consistentes quanto à motivação, é preciso tratar esta questão de maneira racional. Conhecendo como ela funciona e as alternativas que você tem, para se motivar e influenciar as pessoas com as quais se relaciona.

O passo primordial é assumir a postura de que motivação é uma atitude. 
Ou seja, não há como se motivar ou motivar alguém, e manter a motivação 
em níveis compatíveis com a performance esperada, se não houver o firme compromisso pessoal neste sentido. Porque somos fortemente influenciados por nossas emoções. E, essas, por sua vez, podem oscilar tanto em poucos instantes, quanto aqueles carrinhos que percorrem a montanha russa. E é perigoso depender de sentir ou não vontade para fazer o que precisa ser feito. Porque os resultados que chamamos de sucesso, costumam exigir que façamos, rotineiramente, uma série de atividades que desafiam o nosso querer. É a estudante que para se formar terá que passar em todas as matérias, e não somente nas de sua preferência. O casal que para ter uma vida feliz juntos, terá que construir isso dia a dia. É o profissional que compreende que para ser bem sucedido deverá ser um eterno estudante, como fazem os atletas, os músicos e outros profissionais conscientes. 

Não basta saber tocar um instrumento, há que ser ter excelência. Como disse aquele famoso pianista... Eu sei quando fico um dia sem treinar. Quando são dois dias os críticos notam. E, se eu deixar de ensaiar por três dias é a platéia quem sente a diferença.

Logo, não dá para depender da vontade para colher bons frutos. Motivação é uma atitude. 

Fonte:

RIBEIRO, Roberto Vieira. Motivação é uma atitude. Disponível em: <http://www.motivacaoeresultados.com.br/artigo_ler.asp?id=230>. Acesso em: 20 mar. 2008.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

10 atitudes para manter a positividade durante o dia
Unknown08:23:00

Manter-se longe do telefone e das redes sociais são algumas delas




Você acorda e já se lembra de tudo o que tem que fazer, e aí só quer se esconder debaixo das cobertas e não sair nunca mais? Esse sentimento é muito conhecido por muitos de nós, mas felizmente você não precisa se sentir sempre desta forma.
Aqui estão algumas maneiras para ajudá-lo a entrar no estado de espírito certo e aproveitar cada dia como ele vem.
1. Saiba o que faz você feliz
Pensamentos felizes geram emoções felizes. Pode parecer simples, mas é verdade: pense no que traz felicidade e então você estará sempre feliz.

2. Seja grato
A gratidão é uma das práticas mais importantes. Quando você passa algum tempo na parte da manhã para listar 5 coisas pelas quais você é grato, isso muda toda a sua mentalidade e seu dia se torna muito mais brilhante.

3. Relaxe seu corpo
Sem relaxamento físico, criamos estresse e ansiedade em nosso corpo. Certifique-se de que sua rotina diária inclui o auto-cuidado que lhe permite relaxar o corpo.

4. Não se apegue aos seus pensamentos
Os pesquisadores dizem que temos cerca de 60 mil pensamentos por dia. O quão desgastante é isso?

5. Fique fora das mídias sociais
Se você é uma das pessoas que verifica as suas mídias sociais ou e-mail assim que acorda, pare com isso agora!

6. Não olhe o telefone logo cedo
Assim como você não deve olhar constantemente suas redes sociais, quando você acordar, tente abster-se de verificar o seu telefone até um pouco mais tarde também. Você realmente vai perceber o quanto a tecnologia pode ter um efeito negativo sobre os nossos níveis de energia.

7. Faça uma corrida matinal
Qual a melhor maneira de começar o dia, se não com endorfinas? Ir para uma corrida agradável na parte da manhã, antes que o tempo fique muito quente, fará você feliz

8. Ouça um podcast inspirador
Da mesma forma como acontece com um livro inspirador, ouvir um podcast inspirador pode dar a sua mente a motivação para seguir até a próxima etapa do seu dia.

9. Defina o alarme com uma música amena
Considere alterar o toque do alarme. Não use o zumbido louco. Em vez disso, coloque algo agradável e melódico que começa suave e fica cada vez mais forte à medida que o tempo passa.

10. Pergunte a si mesmo: "Como posso fazer este dia incrível?" 
É uma pergunta simples, mas poderosa. Vai fazer você perceber que está no controle de como seu dia vai ser e como você se sente sobre isso.


O que faz de você vencedor ou perdedor
Unknown08:16:00

Campeões sabem do seu valor e não se desencorajam quando a sociedade os vê com desprezo e como parte de uma grande massa desqualificada por não terem um sobrenome





Ande com os campeões.
Espelhe-se nos campeões.
Pense como os campeões.
Comporte-se como os campeões.
E, de preferência, seja um campeão.

Mas, afinal, o que é ser um campeão?

É cumprir sua missão.
É não mudar de lado por conveniência.
É guardar a fé até o fim.
É ter raízes profundas.
É jamais desistir.
É cumprir suas metas e propósitos.

Afaste-se dos perdedores

Aprenda com seus erros.
Não ceda à filosofia coitadista dos perdedores.
Rejeite seus valores.
E, de preferência, não seja um perdedor.

Mas, afinal, o que é ser um perdedor?

É não ter um ideal pelo qual lutar, deixando a vida levar.
É alterar seu comportamento e valores por conveniência.
É se sentir vítima em vez de autor de sua história.
É ter uma desculpa na ponta da língua para não cumprir seus compromissos.
É sempre desistir pelo calor das primeiras dificuldades.
Campeões puxam a responsabilidade para si. Perdedores acreditam que dependem de terceiros e têm uma frase preferida: "Não é bem assim. Na teoria, é muito fácil falar, mas, na prática..."
Campeões são as melhores companhias da superação. Perdedores param porque está doendo.
Campeões sentem-se estimulados pelos abutres que tentam lhes desmotivar. Perdedores sentem-se consolados pelos abutres, porque encontram argumentos compreensivos para sua fraqueza.
Campeões têm seu foco no troféu e na recompensa. Perdedores têm seu foco no processo, nas dificuldades e naquilo em que eles não sentem prazer durante sua jornada. A frase muito utilizada pelos perdedores para desistir é: "Eu preciso fazer algo que eu amo". Campeões amam a vitória, ainda que, em alguns momentos, a jornada não seja tão prazerosa quanto eles gostariam.
Campeões fazem a diferença no mundo. Perdedores fazem parte de uma grande massa de descontentes que desfruta dos avanços promovidos pelos campeões.
Temos campeões em missões humanitárias, na área científica, no teatro, nos esportes, em assistência social e em todas os setores da sociedade. Campeões sempre são recompensados, mas não necessariamente com dinheiro, a depender da missão escolhida por cada um.
Temos perdedores na política, na medicina, no mundo dos negócios, na classe operária, nas universidades. Há muitos perdedores ricos, em especial os incompetentes que desviaram dinheiro público e que, por isso, engrossam as filas dos consultórios psiquiátricos para consumir drogas antidepressivas para aliviar sua dor de consciência ao descobrirem que, de fato, o crime não compensa.
Nossa conta bancária não é capaz de nos fazer campeões, nem os nossos bens, diplomas ou títulos. Quando cumprimos nossa missão e estamos dispostos a dar a nossa vida por nosso ideal, frequentemente alcançamos os resultados necessários para sermos reconhecidos dentro do seleto grupo dos campeões.
Campeões sabem do seu valor e não se desencorajam quando a sociedade os vê com desprezo e como parte de uma grande massa desqualificada por não terem um sobrenome. Por outro lado, os campeões também não se iludem, mesmo depois de seu sucesso, quando essa mesma sociedade passa a lhe dar tapinhas nas costas e a puxar seu saco, tentando lhe convencer, dizendo: "você é o cara". Os campeões sabem exatamente quem eles são e o que sempre foram. Sabem que já eram campeões mesmo na baixa, dentro de um transporte coletivo lotado, da mesma maneira que são campeões durante a alta, dentro de um jato executivo.
O reconhecimento da sociedade não altera a identidade de um verdadeiro campeão por uma razão muito simples: os campeões sabem que essa sociedade é hipócrita.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Defina um objetivo já!
Unknown05:26:00

Livre-se das dívidas e defina um objetivo

A diferença entre uma vida sob estresse financeiro e uma cheia de prosperidade está nos pequenos hábitos que temos em relação ao dinheiro. O Business Insider recorreu aos consultores Nancy Butler e David Blaylock, que atuam na área de planejamento financeiro, e reuniu um plano com oito passos que ajudarão você a economizar, primeiramente, e a usar essas economias com sabedoria.

Saiba quais pequenas mudanças vão lhe direcionar para um futuro próspero.

1. Inverta seu pensamento

Mesmo que depois de pagar as contas sua remuneração líquida pareça anêmica, é preciso aprender a destinar uma parte desse dinheiro para o seu objetivo financeiro, o que não ocorre do dia para a noite. Por isso é necessário adaptar sua mente gradativamente.

"Muitas pessoas gastam dinheiro, pagam as contas e guardam o que sobrou e isso está ao contrário: você deve primeiramente guardar para os objetivos financeiros, pagar as contas e depois considerar gastar o dinheiro que restou", declara Butler ao Business Insider.

Uma armadilha onde muitos caem é adiar hábitos de poupar dinheiro para quando as finanças estiverem mais folgadas, porque quanto mais se ganha, mais se gasta. Blaylock adverte que não precisa ser muito, o importante é economizar. "Não estou pedindo para você reservar $ 1000 por mês, estou pedindo para guardar $ 50, ou uma pequena quantia que você consiga bancar. Não podemos subestimar o poder de começar pequeno".

2. Olhe para onde você quer chegar

Especialistas em finanças sempre sugerem àqueles que estão poupando para o futuro começar com um plano de 5 anos, com metas específicas. O que você precisa para alcançar seu objetivo dentro de um tempo específico, que não precisa ser necessariamente 5 anos. Por exemplo, economizar dinheiro alguns anos para dar entrada no pagamento ou seis meses para criar um fundo de emergência.

"Ter um objetivo em mente nos ajuda a guardar", declara Blaylock. "Se esse objetivo é a poupança de emergência, ou a poupança para uma viagem, ou poupar para a faculdade, não importa", declara.

3. Crie seus próprios truques mentais

Como o primeiro item, devemos começar devagar. Deixar de comer em restaurantes com frequência ou limitar um valor a ser gasto mensalmente em itens supérfluos pode ser uma de suas novas regras.

Também conhecido como"heurística", ou seja, uma maneira de solucionar um problema - que no caso é o hábito de guardar dinheiro-, esse método é uma ótima forma de desenvolvermos bons hábitos em relação ao nosso ganha pão. Muitas escolhas que fazemos em um dia podem nos ajudar a não gastar dinheiro em coisas desnecessárias.

4. Viva como um rico "anônimo"

Nem todo milionário vive em uma mansão ou dirige um Ferrari. Aliás, a maioria deles leva uma vida abaixo do padrão que poderia bancar. De acordo com Thomas J. Stanley, co-autor do livro "The Millionaire Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” (O Vizinho Milionário: os segredos supreendentes da riqueza da América, em tradução literal), os milionários não esbanjam dinheiro, eles economizam mais do gastam. O livro mostra que a maior parte da riqueza dos Estados Unidos vem do trabalho duro e poupança regular.

David Sapper e sua esposa, por exemplo, faturam mais de US$ 500 mil por ano com um negócio de carros usados, no entanto, eles não se dão ao luxo de gastar mais do que US$ 2,5 mil por mês. Ao aplicar 90% da renda em investimentos e em economias, Sapper diz que poderá se aposentar mais cedo.

"Encontre o ponto no qual você tem o que precisa e está feliz e confortável, e apenas fique por lá", aconselha o empresário.

5. Providencie sua aposentadoria agora

Para aqueles na faixa etária entre 20 e 30 anos, a aposentadoria pode parecer algo muito distante e, por isso, talvez não seja uma prioridade. Entre contas a pagar, despesas de modo geral, economias para o financiamento de uma casa ou para férias, como é possível ainda reservar dinheiro para aposentadoria? Quanto mais tarde você deixa para juntar dinheiro, mais você terá que juntar.

Se aos 30 você depositar mensalmente $ 50 em uma conta de aposentadoria com o retorno sobre o investimento de 7%, em 30 anos você terá $ 56 mil, contudo, se você esperar chegar aos 40 para se preocupar com sua aposentadoria, para chegar ao valor final, você terá que investir $ 110 por mês. Isto se deve porque seu dinheiro tem menos tempo para crescer, minimizando o impacto dos juros compostos.

6. Saiba quanto está entrando e quanto está indo embora

Se você não sabe ao certo o quanto é depositado mensalmente em sua conta bancária, você não saberá quanto dinheiro pode direcionar para cumprir sua meta financeira.

É preciso conhecer seus gastos para poder controlá-los, além do mais, "conhecimento é o primeiro passo para uma mudança duradoura".

Caso você tenha dificuldade para conferir seu contracheque e organizar suas economias, há aplicativos como o LearnVest que podem auxiliá-lo gratuitamente.

7. Livre-se das dívidas

Certamente, em algum momento de nossa vida, já tivemos que lidar com dívidas. Enquanto dívidas relativas a empréstimos estudantis ou a um financiamento imobiliário são compreensíveis e muitas vezes necessárias, as de cartão de crédito, por outro lado, nas quais são pagas altas taxas mensais, podem ser evitadas.

Quitar as dívidas deve ser a prioridade número um. Apesar disso, para Blaylock, vale mais a pena guardar parte do dinheiro reservado para as dívidas. Mesmo demorando mais para quitar o cartão de crédito, por exemplo, o indicado é garantir as economias para o fundo de emergência. Caso surja algum imprevisto, como uma batida de carro, você não precisará fazer novas dívidas para consertar seu automóvel.

8. Aumente seus ganhos

Para crescer o patrimônio líquido você tem que gastar menos e juntar mais. A questão não é ter um salário maior, é saber investir as economias. "Na maioria das vezes, ganhar mais não leva à um maior patrimônio líquido porque o estilo de vida e as despesas crescem junto com ele", informa a consultora de planejamento financeiro Natalie Taylor, sócia de Blaylock.

Mas para quem não consegue minimizar os gastos o suficiente para juntar dinheiro há algumas maneiras de aumentar a renda mensal sem um aumento no salário ou sem ganhar na loteria. Uma sugestão é procurar um outro emprego, que de preferência tenha a ver com sua personalidade.

"Eu tenho uma grande amiga que é advogada. Ela tem um grande hábito de viagem que ela não está disposta a deixar de lado. Então ela trabalha em uma loja de flores aos sábados durante a temporada de casamentos. É um ganho para todos: a loja de flores tem uma funcionária de confiança e, como minha amiga ama flores, ela não pensa nisso como trabalho", conta Blaylock.

Fonte: Administrador


sábado, 7 de junho de 2014

AS 5 LIÇÕES DE NEGÓCIOS DO EMPRESÁRIO QUE DESCOBRIU OS BEATLES
Unknown12:22:00

O QUE BRIAN EPSTEIN FEZ NA MÚSICA PODE INSPIRAR LÍDERES E EMPREENDEDORES


Brian Epstein viveu pouco, mas o suficiente para marcar seu nome na história da música. Foi ele quem descobriu os Beatles e ajudou a abrir o caminho da banda para a fama internacional. Recentemente, sua história ganhou novos contornos com o lançamento do livro “O Quinto Beatle”, escrito por Vivek Tiwary e lançado em maio no Brasil pela Editora Aleph. Em formato de quadrinhos, a trajetória de Epstein é contada desde a primeira vez em que ele ouve falar dos Beatles, quando gerenciava uma loja de discos em Liverpool, até sua morte, aos 32 anos.

Tiwary pesquisou sobre Epstein durante 21 anos. As entrevistas e materiais reunidos ao longo desse período acabaram virando a biografia em quadrinhos, mas sua ideia inicial era apenas reunir as lições de um case de sucesso no mundo da música. “Eu era estudante em Wharton [escola de negócios da Universidade da Pensilvânia] e meu sonho era trabalhar com artes e entretenimento. Aí eu pensei que, para ser bom nisso, eu deveria estudar a vida de visionários dessa área. Foi isso que me levou ao Brian”, disse o autor em entrevista à Época NEGÓCIOS.

Com o foco inicialmente voltado para o lado dos negócios, Tiwary conseguiu reunir cinco lições valiosas aplicadas por Brian Epstein na gestão da banda que se tornou mais famosa que Jesus Cristo, segundo as palavras de Lennon. Tiwary, que já produziu espetáculos da Broadway e é dono de uma empresa de entretenimento, garante que ele mesmo usou o que aprendeu durante sua carreira. Nesta matéria, ele compartilha o que aprendeu.

1. Estabeleça metas
Saber onde se quer chegar é muito importante para líderes e empreendedores. Segundo Tiwary, o ideal é ter duas metas: uma mensurável e outra mais visionária. No caso de Epstein, ele queria transformar os Beatles em um fenômeno maior que Elvis Presley. Era ambiciosa, mas ainda assim possível de quantificar - quantos discos venderam, em quantos países fizeram shows. Ao mesmo tempo, Epstein dizia que os Beatles colocariam a música pop em outro patamar, para transformá-la em arte. “No fundo, é essa outra meta que vai fazer a sua companhia ser não só um simples sucesso, mas uma lenda. Vai torná-la diferente de todas as outras que fazem a mesma coisa que você. É preciso ter um objetivo prático e outro mais sonhador”, explica.

2. Abrace a tecnologia do seu tempo
Epstein aproveitou como podia a tecnologia disponível na década de 60 para tornar o seu produto viral - no caso, os Beatles. É claro que na época a internet e as redes sociais estavam longe de existir, mas havia o rádio, que era um poderoso meio de comunicação, especialmente para os jovens. Tiwary conta que no Natal de 1963, quase ninguém nos Estados Unidos conhecia a banda, mas poucos meses depois, durante a turnê em fevereiro de 1964, 72 milhões assistiram pela televisão ao show dos Beatles no programa de Ed Sullivan. Nesse intervalo de tempo, segundo o autor do livro, Epstein fez o possível para garantir que os maiores DJs das rádios americanas soubessem sobre os Beatles, tocassem suas músicas e falassem sobre a chegada da banda ao país. Durante o voo da Inglaterra para os EUA, inclusive, ele passava informações sobre a situação da banda. “Naquele ano, o rádio portátil foi o presente mais desejado. Os jovens iam para a rua ouvindo seus aparelhos, não precisavam mais estar em casa sentados em frente ao rádio. Epstein aproveitou esta oportunidade e conseguiu resultados espetaculares para os Beatles”, diz Tiwary.

3. Embalagem e apresentação
Para ser bem-sucedido, o produto, seja qual for, precisa ter uma embalagem e ser apresentado de um jeito que faça sentido para o seu público. No caso dos Beatles, se eles queriam mesmo conquistar o mundo, teriam que inicialmente convencer muita gente de que eram caras bacanas. Foi por isso que Epstein trocou as jaquetas de couro e cigarros acesos no palco por ternos e cabelos arrumados - o visual de bons moços do início da banda. “Ele sabia que, dependendo da apresentação, eles seriam mais ou menos amados. Ternos e um bom comportamento agradariam meninas, meninos, pais e até mesmo avós. O mundo todo poderia recebê-los de braços abertos”, diz Tiwary.

Porém, ao mesmo tempo que eles precisaram seguir tendências por um período, Epstein percebeu que com a maturidade da banda chegava também a hora de lançar tendências. “Foi aí que ele incentivou os Beatles a criar o que os faria únicos. Deixou eles decidirem como se vestir e dar suas opiniões políticas. Isso era radical para a época.”

4. É preciso testar os limites sem radicalizar
No caso de uma empresa, isso quer dizer inovar sem surpreender negativamente os consumidores ou apresentar algo de difícil compreensão. No caso dos Beatles, Epstein dava liberdade para eles comporem suas músicas e testar novos sons, desde que as gravadoras estivessem de acordo com a novidade e que não causasse tanta estranheza entre os fãs. “Você precisa crescer com seu público, não se alienar dele. É algo muito difícil de se fazer, mas ele foi bem-sucedido nisso”, afirma Tiwary.

5. Delegue e faça um plano de sucessão 
Claro que líderes e empreendedores precisam ter paixão pelo que fazem, persistência e confiança em seus projetos. Por outro lado, é preciso ter humildade para reconhecer que não é possível ser bom em tudo ou onipresente. Por isso, é importante se cercar de pessoas que dividam as responsabilidades e ajudem a tornar sua empresa e seu produto ainda melhores.

Tiwary também destaca a relevância do plano de sucessão. “É preciso saber quando é a hora de deixar outra pessoa começar a tomar conta. Claro que isso não é fácil. Pensar que um dia você estará muito velho ou não estará mais aqui para cuidar de seus projeto é difícil para todo mundo”, diz. Nesses dois aspectos, Epstein não foi tão bem-sucedido. Ele lidou sozinho com a pressão de ser o empresário de astros da música e não deixou ninguém para tomar seu lugar. O empresário morreu aos 32 anos, em 1967, de overdose de medicamentos para insônia. Depois de sua morte, o quarteto de Liverpool teve vários desentendimentos, parte deles pela decisão sobre o novo empresário.

Fonte: Época Negócios